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Fachada da Escola

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Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.
"Paulo Freire"

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Aplicativo no Facebook ajuda a estudar para o Enem

AppProva apresenta quiz com mais de 9 mil questões; sistema identifica lacunas de conhecimento e sugere pontos a desenvolver

As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) abrem apenas na próxima segunda-feira (12/5), mas os estudantes já podem começar a se preparar para a prova. Com o apoio do aplicativo gratuito AppProva, os alunos podem estudar de forma divertida, respondendo a questões que aparecem como em um jogo. A ferramenta testa os conhecimentos e aponta os conteúdos que precisam ser estudados por cada um. E mais: tudo isso pelo Facebook.
“Os alunos estão nas redes sociais. Esse espaço costuma ser apenas de lazer, mas não precisa ser assim”, afirmou Matheus Goyás, diretor de estratégia da EI&T, empresa responsável pelo desenvolvimento do aplicativo. Com mais de 9 mil testes – entre questões inéditas e outras que já caíram em edições anteriores do exame –, a ferramenta está disponível em sua versão mais completa no Facebook, mas também tem versões para dispositivos móveis, como smartphones ou tablets.
O aplicativo oferece três possibilidades para os estudantes que desejam treinar os seus conhecimentos. Eles podem escolher entre jogar um quiz, participar de um desafio com outros colegas ou até mesmo realizar um simulado nos moldes da prova do Enem. Conforme o aluno responde a questões e comete erros, a plataforma sugere dicas de conteúdos da matriz curricular em que ele ainda precisa se aprofundar. Por exemplo, quando um aluno marca a resposta errada em uma questão de física sobre calor, pressão e volume, ele recebe a sugestão para estudar mais termodinâmica. De acordo com Goyás, isso é fundamental para o aluno perceber as suas dificuldades e identificar maneiras de melhorar seu resultado.
Para evitar os famosos chutes, a ferramenta conta com a opção de contabilizar a pontuação dos estudantes pela TRI (Teoria de Resposta ao Item), o mesmo método utilizado na correção do Enem. Com a TRI, o resultado final não considera apenas o número de questões corretas, mas leva em conta o grau de dificuldade e diminui o peso de eventuais acertos fora do padrão. A outra opção é que o estudante avalie seu desempenho apenas pela contagem de acertos, que é a forma como ele costuma ser avaliados na escola.
Entre outras funcionalidades do AppProva, existe a possibilidade de o aluno ter acesso a um relatório de desenvolvimento, incluindo estatísticas sobre o seu desempenho em cada uma das áreas de conhecimento e a comparação com a média geral de outros colegas que optaram por concorrer a uma vaga no mesmo curso que ele.
Atualmente, o aplicativo conta com mais de 500 mil usuários cadastrados. Além disso, a ferramenta já tem sido utilizada oficialmente por 15 escolas, nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Essas instituições recebem relatórios com o desempenho dos seus alunos e as principais dificuldades que eles apresentaram para serem trabalhadas pelo professor em sala de aula. Segundo Goyás, os resultados dessa adesão podem ser observados no ranking do Enem por escolas. “Os colégios melhoraram os seus resultados e a classificação geral”, contou.
“Nós entendemos que a tecnologia pode proporcionar o acesso para pessoas que não teriam como se preparar para uma prova como essa”, explicou. Segundo ele, ao optar por disponibilizar essa ferramenta nas redes sociais ou em dispositivos móveis, é possível utilizar um ambiente familiar para o aluno, estimulando o seu desenvolvimento e o nível de preparação.

Fonte: http://porvir.org/aplicativo-facebook-ajuda-estudar-para-enem/

7 ferramentas para criar histórias em quadrinhos com os alunos

Confira uma seleção de recursos para incentivar a produção autoral de histórias, incluindo cenários, personagens e muitos balõezinhos:



Pixton
A ferramenta permite criar e compartilhar histórias com diferentes opções de cenários, personagens e expressões. A Pixton também oferece opções de contas para escolas e professores, que contam com um espaço privado para reunir alunos, criar quadrinhos em grupos, gravar narrações e até mesmo trabalhar com ferramentas de avaliação.
Create Your Own Comic
Que tal incentivar a produção de histórias utilizando os personagens da Marvel? O site Create Your Own Comic permite montar quadrinhos com Capitão América, Homem-Aranha, Hulk e tantos outros. São diversos templates diferentes que possibilitam criar uma revistinha para salvar, imprimir e até mesmo compartilhar.
GoAnimate
Para quem deseja dar vida aos quadrinhos, o site GoAnimate ajuda a montar pequenas animações. Ele oferece personagens, cenários e objetos prontos para serem personalizados por professores, alunos e outros usuários.
ReadWriteThink
A ferramenta permite escolher diferentes templates para criar histórias. Em cada quadrinho, o usuário pode incluir personagens, objetos, balõezinhos e textos. Ao terminar, ele pode imprimir sua revistinha para colorir.
ToonDoo
O ToonDoo traz diversas ferramentas para auxiliar na produção de histórias em quadrinhos. São várias opções de cenários, personagens, objetos, carimbos e balõezinhos, além de também permitir a inclusão de fotos.
Stripcreator
O Stripcreator possibilita criar e compartilhar histórias curtas, com até três quadrinhos. No site, o usuário consegue escolher entre diversos personagens e cenários para montar a sua tirinha e compartilhar a sua criação.
Pencil
Para professores e alunos que desejam criar suas próprias ilustrações, o programa Pencil pode ser uma boa solução. Desenvolvido para possibilitar a elaboração de desenhos à mão e no estilo cartoon, ele é considerado uma alternativa para criar animações em 2D de forma simples.

Fonte: porvir.org/7-ferramentas-para-criar-historias-em-quadrinhos-os-alunos/

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Projeto Reforço Conectado

O projeto acontece todas as Terças feira no período matutino e tem por objetivo auxiliar no desenvolvimento dos alunos do Laboratório de aprendizagem o mesmo é desenvolvido pelos profissionais: Denise, José Carlos, Raquel e Silvia.
Os alunos aprendem brincando, pois a metodologia de trabalho são jogos educativos.




















Festa Setembrina

Projeto desenvolvido na escola pelo professor Alex.



















Calendário de reposição da Greve - 2016


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Três formas de inserir a tecnologia em sala de aula no dia a dia




Olá, professor!
Recebemos frequentemente mensagens de educadores que compartilham a mesma dúvida: “Gosto muito da ideia de inovar e incluir a tecnologia em minhas aulas, mas como posso fazer isso?”. É esse questionamento que vai servir como base para o texto de hoje.
Antes de tudo, cabe ressaltar, mais uma vez, aquilo que sempre defendo e que você provavelmente já sabe muito bem: na Educação, não existem respostas prontas. Para o sucesso de qualquer iniciativa é fundamental ter objetivos claros e levar em conta as características particulares de cada turma e de cada escola. E, assim como qualquer outra ferramenta não é capaz de resolver por si só os problemas, as tecnologias educacionais precisam de um professor que saiba como utilizá-las e que acompanhe seus resultados de perto.
Com isso em mente, compartilho três formas possíveis de usar a tecnologia em sala de aula. As sugestões vieram da nossa experiência de auxiliar escolas e professores pelo Brasil inteiro e estão presentes, de forma mais detalhada, no e-book gratuito que lançamos este ano: o Manual de Boas Práticas do Geekie Lab, disponível aqui. Apesar de o material ser voltado ao uso da nossa plataforma de aprendizado adaptativo (o Geekie Lab), as dicas que trago aqui podem ser aplicáveis a outras tecnologias.

Uso da tecnologia como recurso didático extra durante a aula
Nós, professores, sabemos que usar diferentes linguagens e meios para apresentar os conteúdos pode ajudar a despertar o interesse dos estudantes. É possível fazer isso com recursos online ou off-line, como vídeos, infográficos animados, exercícios interativos ou plataformas educacionais – e eles podem ser usados como um elemento extra ou central da aula. Se a ideia é que a tecnologia seja um elemento extra, vale utilizá-la, por exemplo, para antecipar um assunto, permitindo um contato inicial mais divertido com o tema, ou reforçar um conteúdo já trabalhado, nesse caso, favorecendo que a compreensão sobre como a turma o recebeu.

Uso da tecnologia como recurso central em sala de aula
No uso da tecnologia como elemento central, uma das possibilidades é criar várias estações na sala de aula com diferentes objetivos de aprendizagem, tendo em pelo menos uma delas o suporte da tecnologia. Uma estação com atividades de avaliação, outra que incetiva o estudo livre ou o desenvolvimento de projetos e uma terceira para a realização de trabalhos colaborativos. Neste contexto, o professor se coloca no papel de mediador, indicando caminhos para os estudos, tirando dúvidas e planejando experiências que desafiem a turma a avançar cada vez mais. Para esse tipo de abordagem, recomendo o estudo de metodologias de ensino híbrido. O método que descrevi é chamado de rotação por estações e você ler um pouco mais sobre isso aqui.

Uso de recursos tecnológicos no laboratório de informática da escola
Muitas escolas possuem uma sala de informática, mas nem sempre ela é bem utilizada. Uma sugestão é que os alunos possam usá-la para fazer pesquisas de conceitos básicos que seriam tratados em uma aula expositiva. Com o tempo ganho, será possível desenvolver outros tipos de atividades em sala de aula – debates, projetos em grupo, plantão de dúvidas, entre outros. Note que a ideia, aqui, é integrar o tempo no computador com o tempo em sala de aula para criar um curso contínuo e gerar uma potencialização do aprendizado. As atividades virtuais e presenciais devem ser complementares.
Esse modelo leva o nome de rotação de laboratório e, em muitos aspectos, é similar à rotação por estações. A diferença básica é que, em vez de circularem por estações distribuídas em um mesmo ambiente, os alunos mudam de salas, deslocando-se de suas classes para os laboratórios de informática. Uma vantagem desse método é que o aluno ganha mais autonomia para buscar conhecimento, podendo se aprofundar no tema ou retomá-lo, a fim de aprender conceitos que ficaram para trás.

Fonta: http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/