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Fachada da Escola

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Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.
"Paulo Freire"

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Três formas de inserir a tecnologia em sala de aula no dia a dia




Olá, professor!
Recebemos frequentemente mensagens de educadores que compartilham a mesma dúvida: “Gosto muito da ideia de inovar e incluir a tecnologia em minhas aulas, mas como posso fazer isso?”. É esse questionamento que vai servir como base para o texto de hoje.
Antes de tudo, cabe ressaltar, mais uma vez, aquilo que sempre defendo e que você provavelmente já sabe muito bem: na Educação, não existem respostas prontas. Para o sucesso de qualquer iniciativa é fundamental ter objetivos claros e levar em conta as características particulares de cada turma e de cada escola. E, assim como qualquer outra ferramenta não é capaz de resolver por si só os problemas, as tecnologias educacionais precisam de um professor que saiba como utilizá-las e que acompanhe seus resultados de perto.
Com isso em mente, compartilho três formas possíveis de usar a tecnologia em sala de aula. As sugestões vieram da nossa experiência de auxiliar escolas e professores pelo Brasil inteiro e estão presentes, de forma mais detalhada, no e-book gratuito que lançamos este ano: o Manual de Boas Práticas do Geekie Lab, disponível aqui. Apesar de o material ser voltado ao uso da nossa plataforma de aprendizado adaptativo (o Geekie Lab), as dicas que trago aqui podem ser aplicáveis a outras tecnologias.

Uso da tecnologia como recurso didático extra durante a aula
Nós, professores, sabemos que usar diferentes linguagens e meios para apresentar os conteúdos pode ajudar a despertar o interesse dos estudantes. É possível fazer isso com recursos online ou off-line, como vídeos, infográficos animados, exercícios interativos ou plataformas educacionais – e eles podem ser usados como um elemento extra ou central da aula. Se a ideia é que a tecnologia seja um elemento extra, vale utilizá-la, por exemplo, para antecipar um assunto, permitindo um contato inicial mais divertido com o tema, ou reforçar um conteúdo já trabalhado, nesse caso, favorecendo que a compreensão sobre como a turma o recebeu.

Uso da tecnologia como recurso central em sala de aula
No uso da tecnologia como elemento central, uma das possibilidades é criar várias estações na sala de aula com diferentes objetivos de aprendizagem, tendo em pelo menos uma delas o suporte da tecnologia. Uma estação com atividades de avaliação, outra que incetiva o estudo livre ou o desenvolvimento de projetos e uma terceira para a realização de trabalhos colaborativos. Neste contexto, o professor se coloca no papel de mediador, indicando caminhos para os estudos, tirando dúvidas e planejando experiências que desafiem a turma a avançar cada vez mais. Para esse tipo de abordagem, recomendo o estudo de metodologias de ensino híbrido. O método que descrevi é chamado de rotação por estações e você ler um pouco mais sobre isso aqui.

Uso de recursos tecnológicos no laboratório de informática da escola
Muitas escolas possuem uma sala de informática, mas nem sempre ela é bem utilizada. Uma sugestão é que os alunos possam usá-la para fazer pesquisas de conceitos básicos que seriam tratados em uma aula expositiva. Com o tempo ganho, será possível desenvolver outros tipos de atividades em sala de aula – debates, projetos em grupo, plantão de dúvidas, entre outros. Note que a ideia, aqui, é integrar o tempo no computador com o tempo em sala de aula para criar um curso contínuo e gerar uma potencialização do aprendizado. As atividades virtuais e presenciais devem ser complementares.
Esse modelo leva o nome de rotação de laboratório e, em muitos aspectos, é similar à rotação por estações. A diferença básica é que, em vez de circularem por estações distribuídas em um mesmo ambiente, os alunos mudam de salas, deslocando-se de suas classes para os laboratórios de informática. Uma vantagem desse método é que o aluno ganha mais autonomia para buscar conhecimento, podendo se aprofundar no tema ou retomá-lo, a fim de aprender conceitos que ficaram para trás.

Fonta: http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/

Google Drive - Como e por que usar?

Imagem: reprodução 
Apesar de não ser de uso exclusivo para a Educação, ela é extremamente 
útil para professores e gestores.
Nele, você pode escrever documentos, montar planilhas e apresentações de slides, criar formulários e organizar arquivos em pastas. Você pode estar se perguntando, “Mas qual é a diferença entre usar esses recursos através do Drive e pelo pacote Office instalado no meu computador?”. Bem, além de possuir as funcionalidades já existentes em programas como Word e Excel, o Drive permite: salvar arquivos em uma plataforma online (e chega de pen drives!), editar arquivos em conjunto, comentar trabalhos de forma fácil e direta.
Se você ainda não utiliza essa plataforma, agora é sua chance de aprender os primeiros passos. Se já utiliza, que tal descobrir outras formas de associá-la ao seu trabalho? Vamos lá!
Acesse
Entre no Drive através desse link. Se você ainda não possui uma conta Google (aquela mesma do Gmail) é bem facinho criar uma.

Crie uma pasta
drive1blog
A tela do drive é assim. Nela, aparecem os seus arquivos (que podem ser organizados em pastas). Para criar uma nova pasta clique em Novo> Pasta e dê um nome para ela. Também é possível criar uma pasta dentro da outra. Algumas dicas são colocar o nome da escola ou da turma, por exemplo, para localizar mais facilmente depois.
Altere as cores
Para facilitar na organização, você também pode alterar as cores das pastas. No canto esquerdo, clique com o botão direito do mouse sobre a pasta desejada. Várias opções serão oferecidas para você, entre elas Alterar cor.
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Leve arquivos para a plataforma
Agora, suponhamos que você tenha uma pasta ou um arquivo salvo no seu computador e deseje salvá-lo e/ou abri-lo no Drive. Como fazer?
É bem simples. Basta clicar em Novo> Upload de pasta ou Upload de arquivo e selecionar no seu computador. Qual a vantagem disso? Seu arquivo fica salvo na nuvem e caso seu computador tenha algum problema, nada será perdido e quando precisar ir de uma escola à outra, não precisa levar pen drive, basta acessar a internet.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/

Dia do trabalhador rural - 25 de Maio

Parabéns a todos os trabalhadores rural que fazem parte da nossa comunidade escolar!

Projetos Escolares - 2016

Nesse ano letivo 2016 os profissionais da Educação da Escola Ludovico estão desenvolvendo vários projetos  Educativos em diferentes áreas e objetivos. Todos com intuito de melhorar o aprendizado do aluno e motivação pela vida escolar.


TÍTULO DO PROJETO
PARTICIPANTES
OBJETIVO
PÚBLICO ALVO
RECREIO INTERATIVO NA ESCOLA
Gustavo, Ivone, Lucineide, Luzia, Marcilene, Marileide, Silvany, Vanuza, Verônica e Vinicius.
Proporcionar atividades e jogos recreativos, no sentido de amenizar conflitos e isolamentos no momento do intervalo. Ressaltando que através de atividades recreativas direcionadas, há uma socialização, os alunos aprendem a conviver, a interagir, a criar uma ambiente harmonioso com seus companheiros dentro e fora do ambiente escolar.
Alunos da EJA (Educação de Jovens e Adultos).
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO – LEITURA, ESCRITA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
Marinalva
Contribuir no processo de alfabetização e letramento dos alunos através de atividades lúdicas, que alimentam o imaginário infantil e contribuam para o desenvolvimento da litura e escrita.
Alunos do 1º ano do 2º ciclo (Ensino Fundamental).
SACOLA DE LEITURA
Márcia e Marta.
Desenvolver no aluno habilidades para a leitura e escrita de maneira prazerosa e descontraída, despertando-nos mesmo o gosto pela aquisição dessas competências contribuindo, dessa forma, na formação de leitores competentes.
Alunos do 3º ano do 1º ciclo (Ensino Fundamental).
HORTA NA ESCOLA
Paulo Cesar, José Carlos, Gustavo, Eunice Julia, Lilian, Andréia e Marta.
Conscientizar a comunidade escolar sobre a importância do projeto como laboratório vivo de consciência pública, voltada a educação alimentar e a preservação ambiental.
Alunos de 7 a 14 anos.
REFORÇO CONECTADO
Denise, José Carlos, Raquel e Sívia.
Proporcionar novas formas de aprendizagem, que motivam e atraem o público dessa faixa etária, buscando sanar as dificuldades dos mesmo em Língua Portuguesa e Matemática.
Alunos do Laboratório de Aprendizagem (Ensino Fundamental – do 4º ao 6º ano).
JARDIM E PLANTAS ORNAMENTAIS
Marly e Marlene
Possibilitar aos alunos o contato com a natureza. Contribuir com a preservação do meio ambiente, a partir do plantio de algumas mudas de plantas ornamentais e sensibilizar a comunidade escolar para o uso sustentável da água.
Alunos da sala de recursos.
A MÚSICA COMO RECURSO DIDÁTICO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Isaías, Marco Aurélio, Maria de Lourdes, Marta e Nirley.
Trazer uma reflexão sobre o papel da música como recurso pedagógico.
Alunos da EJA (Educação de Jovens e Adultos).
PREPARATÓRIO PARA O ENEM
Marcilene, Luzia, Alci, Alex, Reniane, Gustavo, Sirlene e Paulo.
Oportunizar aos alunos processos educativos de preparação para a prova do Enem, reforçando o papel de responsabilidade social da instituição.
Alunos do Ensino Médio.
PARQUE DE PNEUS
Marta, Marlene, Márcia, Juliana e Sílvia.
Promover o ensino-aprendizagem das turmas desenvolvidas para valorização do meio ambiente e elevação de consciência e cuidados com o mesmo, além de promover o lazer para essas crianças.
Alunos do Ensino Fundamental.
LENDO E ESCREVENDO NA ESCOLA
Maria do Socorro e Vera Lúcia.
Contribuir para o processo de alfabetização e letramento das crianças do 2º ano do Ensino fundamental, que apresentam dificuldades com a leitura e escrita.
Alunos do 2º ano do 1º ciclo (Ensino Fundamental).




quarta-feira, 18 de maio de 2016

ENEM 2016

Os interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016, marcado para novembro, têm até às 23h59 (horário de Brasília) de sexta-feira, 20 de maio, para se inscrever. Até a manhã de segunda-feira foram registrados mais de 4 quatro milhões de inscritos, com uma semana de sistema aberto. O Ministério da Educação (MEC) espera que aproximadamente 8 milhões de estudantes façam as inscrições em todo o Brasil.

A coordenadora do Ensino Médio da Secretaria de Estado, Esporte e Lazer (Seduc), Célia Margarida Leite, ressalta que os alunos que concluírem o ensino médio em escola pública em 2016 e os que estiverem matriculados em escola pública não precisarão pagar a taxa, estipulada em R$ 68,00. “Já os que não forem concluintes, mas comprovarem situação de carência, também terão direito ao benefício”, lembra.

Participantes que obtiveram isenção no ano passado, mas não compareceram à prova, perdem esse direito na edição deste ano. Ele pode apresentar uma justificativa “de força maior” para justificar a ausência, mas o MEC vai analisar caso a caso e poderá negar o recurso.

O boleto deverá ser pago até as 21h59 do dia 25 de maio, em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios. Para dar mais comodidade e opções aos não isentos da taxa, o pagamento, este ano, pode ser feito em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU).

Cadastro

No momento da inscrição, os candidatos precisam informar um número de telefone, fixo ou celular, válido. Também é necessário cadastrar um endereço eletrônico (e-mail), que não pode ser usado por outro participante. O sistema de inscrição determina ainda a criação de pergunta e resposta de segurança para o acesso. É importante também que o número de CPF e a data de nascimento informados durante a inscrição estejam de acordo com os dados na base da Receita Federal.

Tecnologia 

A edição do exame deste ano trará, pela primeira vez, o reconhecimento individual, com a impressão da digital na ficha de identificação do participante por meio de selo gráfico, autoadesivo. Todos os detalhes estão no edital do Enem de 2016, publicado no Diário Oficial da União de 15 de abril. O novo procedimento de segurança soma-se aos demais — envelope com lacre e detector de metais.

Um aplicativo para celulares, desenvolvido pelo Ministério da Educação, conterá todas as informações necessárias aos participantes ao longo das etapas do exame, além da possibilidade de acompanhamento da inscrição. Disponível para smartphones, o aplicativo também servirá como instrumento de diálogo com os participantes e será usado pelo MEC para o envio, aos inscritos, de informações como cronograma do Enem, mural de avisos, dicas e resultados, além de espaço para contato.

Especiais 

Pessoas com deficiência ou necessidades específicas contarão com atendimento especializado, de acordo com pedido a ser feito pelo próprio interessado no sistema de inscrições. Para tanto, é necessário apresentar documento comprobatório, legível. Nele, deve constar o nome completo do participante; o diagnóstico com a descrição da condição que motivou o pedido de atendimento; a assinatura e a identificação do médico ou profissional especializado, com o número do registro no Conselho Regional de Medicina ou no conselho de classe.

Nome 

Travestis e transexuais que pretendem ser identificados pelo nome social devem fazer a inscrição normalmente, no período estabelecido no edital — até sexta-feira, 20. Entretanto, para usar o nome social, precisam encaminhar cópia de documento de identificação, foto recente e formulário, disponível on-line, preenchido, entre os dias 1º e 8 de junho próximo, pelo sistema, na página do exame na internet.

Provas 

Nos dois dias de exame — em 5 e 6 de novembro —, os portões nos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). As provas terão início às 13h30. O tempo extra de meia hora será dedicado a procedimentos de segurança, como revista eletrônica, e para permitir a todos os presentes entrar em sala e guardar os pertences.

O período total de duração das provas permanece em quatro horas e meia no primeiro dia (sábado) e cinco horas e meia no segundo dia (domingo).

Oportunidades 

A nota do Enem é usada como critério de acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (ProUni). A participação na prova também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras ou ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Além disso, estudantes maiores de 18 anos podem obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.

As inscrições, mais informações e o edital do Enem de 2016 estão disponíveis na página do Enem de 2016 na internet (http://enem.inep.gov.br). Em caso de dúvidas sobre o exame, os candidatos podem ligar para o telefone 0800-616161.

Viviane Saggin
Assessoria Seduc-MT

FONTE:  http://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Prazo-de-inscri%C3%A7%C3%B5es-para-o-Enem-2016-termina-dia-20.aspx

quinta-feira, 17 de março de 2016

19 de Março - Dia de São José


História de São José do Povo


As origens do município de São José do Povo se associam à história de Rondonópolis.
Parte integrante do contexto econômico e social desse lugar. José Salmen Hanze chegou a região na década de sessenta, com a finalidade de desenvolver uma colonização.
 Os parcos recursos de que Hanze dispunha não permitiram uma infra-estrutura de grande porte. Mesmo assim a povoação tomou certo impulso no final da década da pioneira colonização.
 A denominação de São José do Povo se deve ao orago do lugar, São José, e a homenagem ao próprio povo da localidade, por própria conta e recurso levantou social e economicamente o município. Hanze destinou 254 has. para a formação da sede do povoado.
 Mais tarde o colonizador arrependeu-se e diminuiu a área para 63 has, contrariando os ideais dos moradores da localidade, que pretendiam outra sorte ao lugar. 
A vida dos moradores de São José do Povo estabilizou-se a partir da chegada do asfalto, pois o lugar situava-se a sete quilômetros apenas da rodovia entre Rondonópolis e Guiratinga. 
Um dos reflexos imediatos da ação pioneira foi a criação da Escola Agrícola de São José do Povo, conseguida por convênio federal. 

 A Lei Estadual nº 5.486, de 4 de julho de 1989, criou o município. 

Disponível em: http://www.matogrossoeseusmunicipios.com.br/conteudo.php?cid=562