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Fachada da Escola

Fachada da Escola
Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.
"Paulo Freire"

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Dia da Família na Escola

No dia 25/11/2016 foi realizado o dia da família na escola. Nós Educadores da Escola Ludovico agradecemos a participação de todos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO SEDUC/MT-PAS/2017


A Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer, por meio da Superintendência de Gestão de Pessoas/SUGP, informa que estão abertas as inscrições para o PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO SEDUC/MT-PAS/2017 (efetivos e candidatos a contrato temporário).
     Vale salientar, que caso surjam dificuldades ao acessar o sistema (casos operacionais), estas poderão ser sanadas nas unidades escolares da rede estadual no munícipio, como também com a EQUIPE DO HELPDESK, por meio do e-mail helpdesk@seduc.mt.gov.br ou através do telefone 0800 651717. 
         Já as Informações ou dúvidas a respeito do PAS/2017, poderão ser sanadas pela SUGP/SEDUC, por meio do (FALE CONOSCO) disponível na Plataforma PAS. ​

Gabarito ENEM 2016

Os gabaritos e cadernos de questões já estão disponíveis no Link abaixo.

http://enem.inep.gov.br/gabaritos-e-cadernos-de-questoes.html

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

IFMT Rondonópolis tem vagas abertas para cursos de nível superior

O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) de Rondonópolis, está com 46 vagas abertas para dois cursos de nível superior, sendo 23 para licenciatura em ciências da natureza e 23 para tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas. As inscrições podem ser feitas até o dia 2 de novembro, no site da instituição.
A seleção será feita por meio de exame classificatório, com provas objetivas abrangendo o conteúdo do ensino médio. Entre as vagas, o IFMT estabelece reserva de 50% em todos os cursos, para candidatos que tenham cursado o ensino médio em rede pública de ensino, tanto Municipal como Estadual e Federal.
A aplicação da prova está prevista para o dia 11 de dezembro de 2016 e será composto por conteúdos relacionados ao ensino médio, bem como língua estrangeira, cujo candidato poderá optar por inglês ou espanhol.
OS CURSOS
O curso de licenciatura em ciências da natureza tem por missão preparar futuros professores para atuar do 6˚ ao 9˚ ano do ensino fundamental na disciplina de Ciências. Os professores formados terão a compreensão das relações entre todos os processos físicos, químicos e biológicos na natureza, e das estratégias para facilitar a compreensão dos alunos sobre o funcionamento deles.
Já o curso de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas pretende formar profissionais aptos a analisar, projetar, documentar, especificar, implantar e manter sistemas computacionais de informação.

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2016/10/ifmt-rondonopolis-tem-vagas-abertas/

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Jovem Aprendiz Banco do Brasil 2016 | 2017

O Programa Jovem Aprendiz Banco do Brasil - PABB, iniciado como Programa Adolescente Trabalhador (PAT) em 20 de maio de 2001, após adaptação à Lei 10.097/00 (Lei da Aprendizagem) e ao Decreto 5.598 de 01.12.2005, já permitiu que mais de 37 mil adolescentes e jovens de núcleos familiares de renda de até meio salário mínimo nacional per capita desfrutassem de capacitação profissional e perspectiva de adquirir experiências de trabalho em mais de 4,2 mil dependências do País, com vistas à futura inserção no mercado de trabalho.
O Programa configura-se em uma iniciativa que guarda consonância com as políticas de inclusão, distribuição de renda social e de aderência aos princípios de responsabilidade social do Banco do Brasil

Benefícios do Jovem Aprendiz Banco do Brasil

O Banco assegura ao adolescente aprendiz:
- remuneração de 1 salário mínimo nacional;
- auxílio alimentação de R$ 200,00;
- vale transporte;
- plano de saúde.
Ao Jovem Aprendiz é concedido:
- remuneração de 1,5 salário mínimo nacional;
- auxílio alimentação de R$ 200,00;
- vale transporte;
- plano de saúde.

Requisitos para ser um adolescente ou Jovem Aprendiz Banco do Brasil

Programa Aprendiz BB:
Adolescente que atendam aos seguintes pré-requisitos:
a) idade entre 15 anos a 16 anos incompletos;
b) renda familiar de até meio salário mínimo nacional, per capita;
c) recrutados na rede de escolas públicas ou em escolas particulares, desde que bolsitas, com bom aproveitamento e frequência regular na escola;
d) cursando, no mínimo, a sétima série ou o oitavo ano do ensino fundamental, quando da sistemática de nove anos instituída pela Lei 11.274/2006.
Programa Jovem Aprendiz
Jovens que atendam aos seguintes pré-requisitos:
a) idade entre 18 anos a 22 anos incompletos;
b) renda familiar de até um salário mínimo nacional per capita;
c) matriculados na rede de escolas públicas ou em escolas particulares, desde que bolsistas, com bom aproveitamento e frequência regular na escola, caso não concluído o ensino médio.
d) cursando, no mínimo, a primeira série do ensino médio, caso não concluído o ensino médio. Se tiver concluído o ensino médio, não pode estar cursando ou ter concluído o nível superior.

Caracteríscticas do Programa Jovem Aprendiz Banco do Brasil: 

São contratados aprendizes pelo prazo de dois anos (24 meses), sem renovação. A jornada de trabalho será de 4 horas diárias para o adolescente e de 6 horas diárias para o jovem, em horário compatível com o escolar, com direito a 15 minutos de descanso. Quatro (4) dias úteis da semana serão destinados à aprendizagem prática no Banco e um (1) dia útil à aprendizagem teórica na entidade assistencial.
O Jovem Aprendiz  participará de cursos e treinamentos visando sua capacitação no Programa de Aprendizagem e exercerá aprendizagem prática por meio de atividades em serviço conforme abaixo relacionadas:
a) protocolo e movimentação de documentos entre setores internos;
b) colocação e retirada de material promocional nas instalações da dependência;
c) manuseio, estocagem e reposição de material de expediente para uso de funcionários, clientes e consumidores;
d) reposição de suprimentos e operação de equipamentos de pequeno porte, tais como impressoras, copiadoras de documentos, aparelhos de fac-símile, etc.;
e) arquivamento de documentos e processos;
f) elaboração de planilhas, gráficos e textos;
g) atendimento telefônico orientado;
h) pré-atendimento a clientes ou usuários exclusivamente em ambiente interno e desde que não implique na movimentação de valores, a qualquer título;
i) execução de outras tarefas correlatas, de igual nível de responsabilidade e dificuldade.
j) execução de atividades em ambiente externo à unidade, como visitas a clientes, exclusivamente para os jovens aprendizes, pois exercem a função de Agente de Crédito do MPO. Durante sua permanência no Programa, o adolescente e o jovem serão acompanhados por um funcionário da dependência onde estiver lotado, que exercerá a atribuição de seu orientador.
São princípios norteadores do Programa Jovem Aprendiz Banco do Brasil:
• reconhecimento do ser humano como protagonista do pensar e do estar no mundo;
• crença no poder transformador e libertador da educação;
• reconhecimento do trabalho como produtor de riqueza e direito do ser humano;
• opção por atividades que respeitem e valorizem as diferenças, estimulem a conviver com a diversidade, reconheçam o outro e sua subjetividade e visem a autonomia das pessoas;
• valorização da participação e da cooperação para o processo da aprendizagem e para a gestão democrática do programa de ensino;
Jovem Aprendiz Banco do Brasil - PABB tem por objetivo contribuir para a formação pessoal, social e profissional do aprendiz de forma a torná-lo apto para o mercado de trabalho. A articulação de ações educacionais integradas colabora para que o aprendiz seja atuante no seu contexto sócio-cultural e autor da sua própria história, além de despertar comportamentos éticos, solidários e de cidadania contribuindo para sua formação integral.
O Programa está estruturado de forma que o aprendiz possa articular e pôr em prática seus conhecimentos, habilidades e atitudes, em níveis crescentes de complexidade. Com isso o aprendiz é estimulado a estar apto ao trabalho em equipe, com ética e responsabilidade, adaptar-se a novas tecnologias e ter autonomia para enfrentar diferentes situações com criatividade e flexibilidade.

Como me inscrever no Jovem Aprendiz Banco do Brasil 2016 | 2017?

O Jovem Aprendiz é contratado na modalidade indireta por meio de Entidades Sem Fins Lucrativos (ESFL) validadas pelo Ministério do Trabalho. A seleção dos aprendizes será efetuada pelas entidades assistenciais, sem a interferência do Banco. O vínculo empregatício também se estabelecerá com a entidade e não com o Banco do Brasil.
Jovem Aprendiz aprendiz deverá cadastrar-se junto a alguma entidade sem fins lucrativos parceira do Banco do Brasil, que desenvolva ações sociais com adolescentes e jovens em sua cidade/bairro/comunidade. Para obter informações sobre as Entidades conveniadas, o interessado deverá procurar informar-se, na sua região ou município, junto às associações de classes, comunitárias e/ou direto em entidades filantrópicas que assistam jovens.
A Entidade Assistencial deverá estar capacitada a fornecer a aprendizagem teórica e atender aos seguintes pré-requisitos:
a) estar inscrita no Cadastro Nacional da Aprendizagem do Ministério do Trabalho e Emprego-MTE;
b) estar validada junto ao MTE na metodologia dos Arcos Ocupacionais, conforme Portaria MTE 723 (23/04/2012) e alterações subsequentes;
→ A Entidade deve estar validada no Arco Ocupacional "Setor Bancário Adolescente Serviços Administrativos (14 a 18 anos)"- (nomenclatura constante do anexo I da Portaria 723 do MTE) ou "Setor Bancário Jovem Serviços Administrativos (18 a 24 anos)" para o caso de contratação de jovens aprendizes.
c) dispor de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social - CEBAS emitido pelo Ministério da Previdência e Assistência Social;
d) estar regularmente registrada no Conselho Municipal e/ou Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente - CMDCA;
e) situação regular comprovada junto ao INSS, FGTS, Dívida Ativa da União e órgãos fazendários federais, estaduais e municipais;
f) comprometimento no desenvolvimento do programa de aprendizagem em conjunto com o Banco.
As entidades interessadas deverão procurar a Agência mais próxima para apresentar interesse na formalização de convênio.

Escola Técnica de Rondonópolis abre 100 vagas para cursos gratuitos

A Escola Técnica de Rondonópolis, abriu 100 vagas para Cursos gratuitos em diversas áreas, as vagas abertas fazem parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC.  

As inscrições podem ser feitas a partir dessa quinta-feira (20), diretamente na Escola Técnica Estadual de Rondonópolis, situada na avenida dos Estudantes s/n – Jardim Village do Cerrado – ao lado do campus da UFMT, o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 13h as 17h e das 19h30 as 22h, os interessados deverão portar os seguintes documentos originais ou autenticados (RG + CPF + comprovante de endereço e comprovante escolaridade, certidão de casamento, foto 3x4 e reservista (masculino).

A maioria dos cursos será no período noturno, 19h as 22h30.

Cursos
Vagas
Escolaridade
mínima
Carga Horária (Horas)
Cidade
Operador de Trator
20
(**)
160
Rondonópolis
Operador de Motosserra
20
(**)
160
Rondonópolis
Eletricista de Rede de Distribuição de Energia
30
(*)
200
Rondonópolis
Pintor de Obras Imobiliárias
30
(*)
180
Rondonópolis
  
(*) = Ensino Fundamental I Incompleto (até 5º ano)
(**) = Ensino Fundamental II Incompleto (até 9º ano)

A Escola Técnica Estadual de Rondonópolis está localizada na Av. dos Estudantes s/n  (ao lado do campus da UFMT). Informações pelos telefones: 66 3422-0523 ou 99979-5555.

 

Bullying. Não sofra. Fale.

O bullying é um tema que ultimamente vem sendo bem discutido com intuito de disseminar informações sobre o fenômeno e inibir ações de violência de forma direta ou indireta. Campanhas lançadas pela mídia deixam bem claro que o objetivo é alertar toda a sociedade para o grave problema que é essa violência entre pares.

Estudos mais aprofundados sobre o fenômeno têm sido desenvolvidos por especialistas, psicólogos, pedagogos voltados para a educação orientando que é um problema sério e que não deve ser tratado como brincadeira despretensiosa, mas caso de violência que estimula a delinquência, onde o espaço é ocupado por vítimas, agressores, culpados e inocentes. O fato não se restringe somente às escolas, mas às outras instâncias da sociedade.  Fora da escola, na rua, no trabalho, nos centros comerciais, enfim.

Quando nos referimos à violência nas escolas, logo pensamos em agressões a professores ou vandalismo. Esquecemos que as escolas têm experimentado uma violência mais cruel, silenciosa, por vezes ignorada por pais e professores.

O que antes era um conjunto de atitudes remediado pelo  “Não dê importância! Ignore. Logo eles se cansam!”  hoje recebe o nome  “bullying”. Uma prática perversa de exclusão, perseguição e humilhação. Violência  implícita que se amplifica nos apelidos inconvenientes usados para as pessoas conforme suas particularidades físicas, nas gozações que constrangem, na imposição física para obter vantagens, nas atitudes racistas e até mesmo homofóbicas.

O perfil de quem é agredido pode ser entendido por fugir, segundo seus agressores, dos padrões comuns à turma – o mais inteligente, o filhinho de papai, o mais pobre, o gordinho, o mais magrinho, o que usa óculos ou a cor da pele.  As velhas brincadeiras compreendidas somente como “sem graças”, na verdade afetam emocionalmente e podem deixar marcas profundas naquele que não consegue reagir, porque não é capaz de demonstrar seu sofrimento por conta de sua timidez.
O isolamento intencional é um dos primeiros sinais de quem sofre com bullying. A situação se agrava mais quando, para a vítima, a escola torna-se um ambiente angustiante, repentinamente as dificuldades surgem no aprendizado apontando para o baixo rendimento escolar, as ausências se tornam constantes e ainda há insistência para mudar de escola. Os sintomas se manifestam sob a forma de estado depressivo, sentimento de vingança, baixa autoestima, ansiedade, sentimentos negativos, problemas interpessoais, evasão escolar, déficits de atenção e concentração, stress, ideações suicidas, alterações do humor. Em razão disso, são vítimas que não se sentem amparadas, são inseguras porque também sentem dificuldades em ser aceitas pelo grupo.

Por outro lado, os agressores se definem bem.  São os líderes da turma, os mais fortes, os mais populares, os que não respeitam as diferenças e proliferam um repertório de gozações, humilhando os colegas mais frágeis. Os agressores são agentes que devem ser identificados, encaminhados a tratamento profissional, para que futuramente não se tornem adultos violentos com forte tendência para atitudes criminosas. A família deve estar atenta a esse tipo de comportamento.
Segundo especialistas, há dois caminhos para que o trabalho preventivo se efetive.

O primeiro caminho é pela educação; o segundo é impor limites através do diálogo e, principalmente, do exemplo. Importa dizer que limites nunca fez mal a alguém. Impor limites é educar. Não impô-los é investir no desrespeito às diferenças, é ser conivente, é contribuir para que ações violentas se disseminem até a delinquência, ao limiar da criminalidade.

É de máxima urgência o trabalho preventivo nas escolas e a esperança nesse instante é que não caminhem solitárias no processo de investimento e esforço permanente contra a prática do bullying no âmbito escolar. É fundamental a participação efetiva da família, o amparo da comunidade jurídica e o apoio de equipes de atendimento. O envolvimento dos pais, alunos e escola em busca de inibir as práticas de violência é indispensável no desenvolvimento de estratégias no combate a agressões veladas.

Não é demais reforçar a afirmação anterior de que o problema é muito sério e não surgiu recentemente na escola do bairro, nas escolas das cidades, nas escolas do nosso país. Bullying é um problema mundial e vai mais longe. Não se resolve da noite para o dia. Nenhuma escola está livre do bullying. E mais. Adultos não são testemunhas. Alunos sim.

Aos pais, fica a orientação de que sejam sempre abertos a ouvir, a conversar com seus filhos e a orientá-los sobre esse tipo de situação, deixando bem claro que não é normal a prática do bullying. Ainda devem se atentar às bruscas mudanças de comportamento de seus filhos no ambiente doméstico. Os filhos sentem-se mais confiantes quando percebem que o primeiro passo pode ser dado com a denúncia sem pressões, medo, julgamentos ou críticas.